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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Galeria do Poste - Fev.2011 - Botafogo - RJ

Na última sexta feira eu e Caroline Valansi participamos do projeto exposição Galeria do Poste, onde a dupla de artistas convidades expõe um trabalho ou interfere em um poste urbano.O conceito do Poste é itinerante, ou seja, mensalmente os artistas vão"tomando" diversos postes em diversas localidades do Rio de Janeiro. Já aconteceram intervewnções na Lapa, no Baixo Gávea e em Botafogo. Já estão programadas intervenções na Maré, Tijuca e por aí vamos de poste em poste.
Abaixo dá para conferir um pouco do que aconteceu essa última ediçõa em Botafogo.
 Eu, Marco Antônio Portela (o curador) e Caroline Valansi
 esse foi o meu trabalho no Poste.

 trabalho da Caroline Valansi - uma mesa "postátil"

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Galeria do Poste - Sucursal Rio - Fevereiro de 2011 - Isabela Lira e Caroline Valansi

 O Poste atravessou a baía. No lombo de uma mula, na caçamba de um caminhão, em pé em um ônibus, a pé, de barca, balsa ou a nado, não importa; o fato é que, depois de anos promovendo a confluência de interesses estético-alternativos do lado de cá da ponte, no aprazível bairro do Gragoatá, o Poste enfatiza sua mobilidade e começa sua peregrinação por outras paragens. A Galeria do Poste Arte Contemporânea passa a ter uma sucursal na cidade que maravilha, a Galeria do Poste – Sucursal Rio.
Nessa sexta, dia 25 de fevereiro teremos outra intervençao, em outros postes, dessa vez em Botafogo, na Rua Visconde de Caravelas, onde eu e a Caroline Valansi iremos interferir em 2 postes da rua.
Curadoria de Marco Antônio Portela.
Conto com vcs lá para conferir! E teremos cervejinha gelada para aplacar o calor!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Eu e meu cabelo

Meu cabelo sempre foi instigante para mim. Por diversos motivos: seu tom, avermelhado, que sempre me identificou. Sua forma, liso por escolha e não por si mesmo, já que na realidade ele é ondulado. Por tudo isso tenho uma relação muito forte e estranha com meu cabelo.
Cabelo que emoldura o rosto. E tanto o faz que acaba por invadi-lo. Tomando e tornando-se minha identidade, um corpo único, capilar.
A partir disto, começa a se desenvolver um trabalho fotográfico, uma documentação da ocupação desse cabelo em minha imagem, meu corpo e mais recentemente fora do corpo, tomando forma em objetos, instalações e vídeos. Um cabelo que não cabe em si. Um furacão de sentimentos e idéias, uma obsessão.