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quinta-feira, 17 de março de 2011

Natsumi Hayashi - a fotógrafa que "levita"

A fotógrafa Natsumi Hayashi tem um trabalho bastante curioso. Nas fotos, ela aparece como se estivesse levitando, mostrando uma combinação bem interessante entre seu timer e um salto bem projetado.
“Estamos todos cercados por estresse social”, diz Natsumi quando perguntada por que resolveu montar esta série. “Então, espero que as pessoas sintam algo como uma liberação imediata de seus dias de estresse, vendo minhas fotos de levitação”, conclui.
 As fotos são divertidas de se ver, e a qualidade é tão bacana que a gente quase acredita que ela tá mesmo levitando.


quarta-feira, 2 de março de 2011

"The Sea Inside" de Svjetlana Tepavcevic

Há 4 anos atrás Svjetlana Tepavcevic decidiu se arriscar na fotografia. Mas invés de escolher uma câmera digital, como qualquer iniciante no século 21 faria, ela resolveu estudar fotografia PB e aprendeu a imprimir no quarto escuro. Ela sentia falta da tradição e do "drama" da fotgrafia analógica preto e branco.
Tepavcevic logo teve seu trabalho reconhecido pela comunidade fine art local. Nascida na Bónia mas criada na antiga Ioguslávia e atualmente vivendo em Saravejo,seu trabalho abstrato sobre as ondas, lembram desenhos feitos em carvão, são de uma beleza ímpar.
Anthony Bannon, diretor da George Eastman House selecionou suas imagens para uma exposição  organizada pela Atlanta Photography Group ano passado.
Ironicamente, sua série de ondas do mar, chamada “The Sea Inside,” foram feitas em câmera digital, mas ela reflete, “a impressão final do trabalho que faz a diferença,” uma frase típica de quem aprendeu a revelar em quarto escuro.Depois de aprender filme, revelação, químicas e  tudo sobre laboratório, que ela ainda usa de vez em quando, ela se rendeu a modernidade e resolveu aprender fotografia digital.
Bem, de qualquer modo vale a pena conferir o belíssimo trabalho "The sea inside".



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Sophie Ristelhueber

A obra da fotógrafa Sophie Ristelhueber reflete uma volta ao real. Um mundo no qual o homem fala através de seus vestígios, dos ferimentos que lhes são infligidos ou dos que ele deixa no solo, um mundo de territórios marcados por cicatrizes, através de corpos suturados ou de ruínas da guerra.
Nascida em 1949, a parisiense vem fotografando cicatrizes dos lugares atingidos pela guerra, como Beirute, Kuwait, Bósnia e Iraque, desde 1982, lembrando a violência impressa na terra pelo maquinário da guerra. Além do significado geopolítico de um conflito particular, ela está engajada com as ambiguidades do que ela chama de terreno do real e das emoções coletivas.
No link abaixo uma entrevista da fotógrafa concedida para a revista Art World Magazine de 2009.